quarta-feira , 12 agosto 2020
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Musicologia 21/07: 25 riffs dos anos 80 que mudaram a história da música. Parte II

Continuando a nossa saga dos 25 riffs dos anos 80 que mudaram para sempre a história da música, hoje destacaremos (como prometido) mais cinco. Confira abaixo e até quarta (22)!

Rush – “The Spirit of Radio” (1980)

Rush tem um catálogo absurdo de riffs para escolhermos graças ao muitas vezes subestimado Alex Lifeson, mas por mais que “Tom Sawyer” e “Limelight” sejam verdadeiros ícones, o tema de “The Spirit of Radio” é simplesmente um absurdo por aliar técnica, musicalidade e criatividade de uma forma totalmente pioneira. Vale ressaltar que a música foi lançada promocionalmente em Dezembro de 1979, mas só chegou ao público em geral em 1980. Tá valendo!

AC/DC – “Back in Black” (1980)

O falecimento de Bon Scott fez com que o AC/DC precisasse se reinventar, e com o passar do tempo vimos que Brian Johnson não deixa a desejar. Mas é claro que um elemento mantém a banda coesa entre suas duas fases: as incríveis guitarras dos irmãos Angus Malcolm Young, que ecoam com perfeição no inesquecível riff de “Back in Black”, um tributo ao próprio Scott.

Joy Division – “Love Will Tear Us Apart” (1980)

Quando se fala em riffs e baixistas, Peter Hook é (ou deveria ser) um dos primeiros nomes a surgir. A linha de “Love Will Tear Us Apart” é o grande exemplo disso, sendo quase um clímax em meio a todas as excelentes frases que compunham as músicas do Joy Division e abrindo caminho para o excelente trabalho do cara no New Order em anos subsequentes.

Ozzy Osbourne – “Crazy Train” (1980)

Logo depois de sua saída do Black Sabbath, muitos não sabiam bem o que esperar da carreira solo de Ozzy Osbourne. O que ninguém esperava, talvez, é que seria Randy Rhoads quem roubaria a cena para si no excelente Blizzard of Ozz, nos deixando algumas das linhas de guitarra mais memoráveis da história antes de seu precoce falecimento. A maior delas, sem dúvida, o riff de “Crazy Train”.

Journey – “Don’t Stop Believin’” (1981)

Ainda trazendo muita influência do Rock setentista, o Journey criou talvez o riff de piano mais reconhecível da história na inesquecível “Don’t Stop Believin’”, que a cada década parece se tornar mais popular.

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