segunda-feira , 23 novembro 2020
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Musicologia: 25 riffs inesquecíveis dos Anos 2000 que marcaram época. Parte I

Mais uma semana se inicia… E com ela uma Nova Séria Série: Os 25 riffs dos anos 2000 que marcaram época e influenciaram (e influenciam) .diversas bandas. Vamos começar com cinco sons que fatalmente vão te fazer pirar (num bom sentido, é claro!) Confere aí!

Deftones – “Passenger” (2000)

Com uma das sonoridades mais únicas não só da década como da música em geral, o Deftones faz composições difíceis de explicar. “Passenger” é uma delas, sendo talvez o riff mais marcante da obra prima White Pony, que apostava mais em linhas de guitarra discretas que ajudavam a criar a atmosfera das canções.

Linkin Park – “One Step Closer” (2000)

Se tem uma banda que é sinônimo de Anos 2000, essa banda é o Linkin Park. O disco Hybrid Theory certamente ajudou a ditar o tom do que viria naquela década, e o riff que dá início a “One Step Closer” tentaria ser imitado por inúmeros grupos no que acabou virando uma vertente genérica do Nu Metal.

Papa Roach – “Last Resort” (2000)

Ao contrário de tantos outros que tentaram copiar o Linkin Park e o Limp Bizkit, o Papa Roach trouxe influências próprias que deram uma pegada única ao seu estilo de Nu Metal. “Last Resort” é o exemplo mais claro disso, com um dos riffs mais marcantes da década e instantaneamente reconhecível.

Muse – “Plug In Baby” (2001)

A mistura de elementos eletrônicos e quase robóticos do Muse era praticamente embrionária no início dos anos 2000, mas “Plug In Baby” sem dúvidas serviu para mostrar que os caras estavam no caminho certo. Isso foi expandido nos anos seguintes, até culminar com The 2nd Law que viu o guitarrista Matt Bellamy praticamente transformar riffs em canções de dubstep.

Sum 41 – “Fat Lip” (2001)

No início dos anos 2000, o Sum 41 virou a “nova cara” do Punk. E a excelente “Fat Lip” é um ótimo exemplo de por que isso aconteceu: com um pé no Heavy Metal graças aos seus riffs, a banda praticamente obrigou os que ainda resistiam à evolução do gênero a aceitá-la. Vale ressaltar outras ótimas composições menos famosas, como “Still Waiting”, “The Hell Song” e as absurdas “No Reason” e “We’re All to Blame”.

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