segunda-feira , 23 novembro 2020
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Musicologia: 25 riffs inesquecíveis dos Anos 2000 que marcaram época. Parte II

Amantes da boa música, oremos!

É hora de ficarmos de joelhos para ouvirmos mais cinco sons da nossa nova lista. A gente segue buscando a sexta-feira e o total de 25 músicas incríveis que marcaram o início dos anos 2000. Sigam-nos os bons!

TOOL – “Schism” (2001)

O uso do baixo como instrumento principal na hora de fazer os riffs é comum no TOOL, mas em “Schism” isso foi executado com uma maestria vista poucas vezes antes na música. A repetitiva linha de baixo serve como uma pedra fundamental para que toda a canção seja construída, e o mais impressionante é que nem mesmo toda essa repetição faz com que nos cansemos de ouvi-la — pelo contrário, acaba sendo talvez a parte mais grudenta da faixa.

Audioslave – “Cochise” (2002)

Em mais um caso clássico de “há males que vem para bem”, a separação do Rage Against the Machine em 2000 possibilitou o surgimento do Audioslave, que combinou a poderosa voz de Chris Cornell com os riffs de Tom Morello. O resultado é impressionante e “Cochise” é o melhor exemplo disso.

Charlie Brown Jr. – “Papo Reto (Prazer É Sexo, O Resto É Negócio)” (2002)

“Papo Reto” não é nem de longe o melhor riff do Charlie Brown Jr., mas sem dúvida é o mais marcante deles. Bastam as primeiras notas da guitarra para qualquer pessoa que viveu sua juventude nos anos 2000 do Brasil reconhecer do que se trata! Ainda assim, vale mencionar o disco Ritmo, Ritual e Responsa, de 2007, que traz alguns dos melhores riffs dos caras como “Não Viva em Vão” e “O Universo a Nosso Favor”, além de tantos outros antes e depois disso.

Foo Fighters – “Times Like These” (2002)

Honestamente, dava pra montar uma lista de riffs só com as músicas do Foo Fighters nos anos 2000. A escolha de “Times Like These”, no entanto, representa o potencial radiofônico da banda mesmo sem abandonar o seu estilo de composição — além de ter uma guitarrinha extremamente grudenta!

Queens of the Stone Age – “No One Knows” (2002)

Songs for the Deaf foi o disco que fez com que o Queens of the Stone Age deixasse de ser uma banda apenas de nicho e passasse a ser aclamada universalmente, e ainda que ele tenha uma série de riffs que possivelmente são melhores do que “No One Knows” (como “Millionaire”, claro), foi com essa canção que os caras subiram de patamar.

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