O cenário musical brasileiro está de luto após a confirmação da morte de Julyana Barbosa, artista que ganhou notoriedade nacional como Mulher Banana ou Garota X. O falecimento, ocorrido neste sábado, 31 de outubro, provocou uma onda de homenagens de fãs e personalidades ligadas ao funk carioca.
Trajetória no funk carioca
A cantora tornou-se uma figura emblemática no início dos anos 2000, destacando-se por ser a primeira mulher trans a ganhar projeção no gênero. Sua carreira foi impulsionada pela participação na Furacão 2000, equipe responsável por levar o ritmo das comunidades cariocas para todo o país.
Homenagens de colegas de profissão
A partida da artista mobilizou diversos nomes do meio artístico. Tati Quebra Barraco utilizou suas redes sociais para prestar uma última homenagem à colega.
“Uma grande perda para o mundo do funk! Nossa querida Mulher Banana nos deixou. Descanse em paz! Meus sentimentos à família, aos amigos e a todos os fãs. Que Deus conforte o coração de todos neste momento difícil”, disse ela.
Outras perdas na música brasileira
Recentemente, o Brasil também se despediu de outra voz marcante. No dia 28 de setembro, faleceu Cidinha Moraes, vocalista e cofundadora da banda católica Vida Reluz, aos 60 anos. A artista estava em tratamento contra hepatite C. Em nota, o grupo recordou o impacto de sua trajetória:
“Com o coração agradecido e apertado pela saudade, nos despedimos de Cidinha, cofundadora da banda Vida Reluz e uma das grandes vozes da música católica que marcou décadas e gerações. Hoje, na celebração Arcanjos, nos despedimos da Cidinha na certeza de que é acolhida pelos anjos”, inicia o texto.
“Sua vida foi um testemunho de fé, alegria e amor a Deus. Com sua voz marcante, seu carisma e sua maneira tão própria de evangelizar, Cidinha levou a mensagem do Evangelho a milhares de pessoas, deixando sua marca em corações espalhados pelo Brasil e pelo mundo”, destacaram por meio da nota.
“Hoje, fica a saudade de sua presença simples e humilde, de seu sorriso, de sua voz e da alegria que compartilhava com todos. Mas fica também um legado que não se apaga: a música que continuará sendo cantada, a fé que continuará sendo anunciada e as vidas que continuarão sendo tocadas por seu testemunho”, disseram.
Rádio Cidade Livre FM – 88,7