quarta-feira , 23 setembro 2020
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Musicologia: 25 riffs inesquecíveis dos Anos 2000 que marcaram época. Partes III e IV

Como ontem não publicamos, hoje o Musicologia traz duas partes da nossa nova lista que, diga-se de passagem, está o bicho!

Confira então os sons que marcaram para sempre o mundo da música a partir do ano 2000…

Red Hot Chili Peppers – “Can’t Stop” (2002)

Escolher apenas um riff do Red Hot Chili Peppers nos anos 2000 é tarefa quase impossível, mas a facilidade com que se reconhece instantaneamente a linha de “Can’t Stop” é o que nos leva a essa decisão — além do fato do baixo ser igualmente marcante à guitarra, algo que não acontece em “Snow (Hey Oh)”, por exemplo, que era outra forte candidata.

The Killers – “Mr. Brightside” (2003)

Um hino das festas dos anos 2000 e de tantos corações partidos na última década (e até hoje, quem sabe), “Mr. Brightside” colocou em evidência o talento incrível do The Killers que surgia como uma das melhores bandas da nova geração — algo comprovado ano após anos desde então.

Pitty – “Admirável Chip Novo” (2003)

Não é exagero nenhum dizer que Pitty mudou o Rock brasileiro, e grande parte disso aconteceu logo com o álbum de estreia Admirável Chip Novo, de 2003. A faixa-título por si só já traz um soco na cara em formato de riff — algo que também acontece com as igualmente ótimas linhas de “Máscara” e “Teto de Vidro”. Discasso!

The Strokes – “Reptilia” (2003)

O sucesso do Indie Rock nos anos 2000 não é nenhum segredo, mas talvez o primeiro grande exemplo do tamanho que isso poderia tomar aconteceu com o The Strokes. A banda deu o tom para os grupos que tomaram conta da música chamada alternativa na época, e “Reptilia” serviu praticamente como um guia de como escrever um riff Indie.

The White Stripes – “Seven Nation Army” (2003)

Nem é preciso explicar, não é mesmo? “Seven Nation Army” é muito possivelmente o maior riff da história da música. Ecoada em todo lugar do mundo, em todas as situações possíveis — shows, festas, estádios esportivos, rádios, etc. — e universalmente reconhecida, a simples linha dos White Stripes mostra que às vezes a solução é descomplicar.

Franz Ferdinand – “Take Me Out” (2004)

Como falamos acima, grande parte do Indie dos anos 2000 acabou puxando suas influências dos Strokes. Não que o Franz Ferdinand tenha necessariamente deixado de fazê-lo, mas “Take Me Out” é um ótimo exemplo de como uma sonoridade tão semelhante pode parecer completamente distinta e o riff da canção certamente persegue os DJs de festas da época até hoje.

Green Day – “American Idiot” (2004)

Depois de um período questionável entre o final dos anos 90 e o início dos 2000, o Green Day se renovou completamente com American Idiot e trouxe um dos riffs mais marcantes da década na faixa-título do trabalho. Pode ter certeza que muita gente deu seus primeiros passos na guitarra com essa canção!

Mastodon – “Blood and Thunder” (2004)

Mastodon é sinônimo de riffs, e “Blood and Thunder” é um espetáculo a parte. O tema em um tempo não convencional é extremamente atraente, e casa perfeitamente com a atmosfera ao mesmo tempo crua e elaborada da canção, cheia de peso e meticulosamente pensada.

Slipknot – “Before I Forget” (2004)

É absolutamente impressionante o fato de “Before I Forget” ter se tornado praticamente um hit radiofônico, mas isso só mostra como o Slipknot conseguiu unir peso e melodia com o riff da canção, que ainda vem cheio de groove para não esquecer as raízes Nu Metal do grupo.

Avenged Sevenfold – “Beast and the Harlot” (2005)

Avenged Sevenfold foi um respiro na cena Metal dos anos 2000, misturando tantos elementos da música pesada quanto fosse possível. Depois de dois discos mais voltados ao Hardcore, o grupo desenvolveu um som único (que eles mesmos nunca conseguiram repetir) em City of Evil, e “Beast and the Harlot” entrou para a história como um dos riffs marcantes do trabalho. Só quem jogou Guitar Hero sabe o quanto ele é difícil!

Amanhã a gente finaliza essa super lista. Até lá!

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