Morte de estrela aclamada gerou uma imensa tristeza. O famoso marcou gerações e o adeus comoveu a todos
Uma notícia triste abalou o meio da comunicação nesta sexta-feira (30). O jornalista Eduardo Sotto Mayor da Silva, que trabalhou na TV Record e construiu uma carreira de 18 anos na área, morreu aos 36 anos, após enfrentar complicações de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico.
Ademais, sgundo informações divulgadas pelo g1 e repercutidas por veículos como Terra e GZH, Eduardo morreu na quarta-feira (28), em São Paulo. Ele estava internado desde 4 de setembro, quando sofreu o AVC, e permaneceu sob cuidados médicos por quase dois meses.
Além disso, a confirmação da morte encefálica trouxe tristeza para familiares, amigos e colegas de profissão. Em meio à despedida, a família tomou uma decisão que também marcou a história do jornalista: autorizou a doação de seus órgãos, permitindo que outras pessoas possam ser beneficiadas por meio de transplantes.
Jornalista teve passagem pela Record e CBN
Em síntese, ao longo de sua trajetória profissional, Eduardo atuou em diferentes áreas da comunicação. Na TV Record, trabalhou como repórter e produtor em cidades do interior de São Paulo, participando da rotina jornalística e da produção de notícias.
Sua carreira também passou pela Rádio CBN de São Carlos, onde exerceu a função de âncora. A experiência no rádio ampliou sua atuação na cobertura de acontecimentos e na apresentação de informações ao público.
Outra etapa importante de sua história profissional aconteceu na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Durante mais de uma década, ele participou de atividades ligadas à comunicação institucional, contribuindo para a divulgação de pesquisas científicas e para o relacionamento da universidade com a imprensa.
Eduardo também coordenou o jornalismo da Rádio UFSCar FM, função que envolvia a organização de pautas e a produção de conteúdos jornalísticos.
Últimos trabalhos envolveram tecnologia e inovação
Ademais, nos últimos anos, o jornalista ampliou sua experiência para a comunicação corporativa. Na CDI Comunicação, trabalhou na elaboração de discursos e roteiros executivos para projetos relacionados ao Google Cloud.
A atividade, aliás, exigia transformar assuntos técnicos em conteúdos claros, voltados a eventos e apresentações sobre tecnologia, inovação e negócios. Essa fase demonstrava a diversidade de sua atuação, que não ficou restrita às redações de televisão e rádio.
Com 18 anos de carreira, Eduardo reuniu experiências no jornalismo televisivo, na comunicação radiofônica, na divulgação científica e na produção de conteúdo empresarial.
Família se despede do jornalista
Em suma, as homenagens ao profissional foram programadas para esta sexta-feira (30), em Taquaritinga e São Carlos, cidades do interior paulista. Após as cerimônias, o corpo seguiria para Piracicaba, onde estava prevista a cremação.
Eduardo era casado com Marco Antônio e deixa o marido, além de familiares, amigos e colegas que acompanharam sua trajetória. A morte precoce do jornalista chama a atenção para a gravidade do AVC hemorrágico, condição que exige atendimento médico imediato. O quadro ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe e provoca sangramento no cérebro.
Entre os possíveis sinais de um AVC estão a perda repentina de força em um lado do corpo, a dificuldade para falar, alterações na visão e uma dor de cabeça súbita e intensa. Diante de qualquer suspeita, é fundamental acionar o SAMU pelo telefone 192.
A história de Eduardo deixa uma trajetória marcada por diferentes frentes de trabalho na comunicação e por uma decisão familiar que pode ajudar outras pessoas: a autorização para a doação de órgãos.
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Rádio Cidade Livre FM – 88,7